domingo, 20 de novembro de 2011

Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância



A propósito do Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância, publicado no Decreto-Lei nº 281/2009 de 6 de Outubro, a Drª Fátima Pinto (Coordenadora da Equipa Local de Intervenção - Porto Ocidental), participou nos Sábados Especiais organizado pelo Gabinete de Acompanhamento à Educação Especial da DREN. A sua apresentação encontra-se no endereço:http://portal.arsnorte.min-saude.pt/portal/page/portal/ARSNorte/Conte%C3%BAdos/GRP/Equipas%20Interven%C3%A7%C3%A3o%20Precoce/Ficheiros/Sabados%20Especiais_Fatima_Pinto_ELI_IPOC.pdf, para consulta.




Em breve teremos uma série de publicações relativas ao Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância.



No seguinte site, da Administração Regional de Saúde do Norte, poderão consultar a documentação existente relativamente ao SNIPI:



http://portal.arsnorte.min-saude.pt/portal/page/portal/ARSNorte/Conte%C3%BAdos/GRP/Equipas%20Interven%C3%A7%C3%A3o%20Precoce

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Os bebés à lupa!






Os resultados serão posteriormente divulgados.

Desde já agradecemos a sua contribuição!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Bebés: O mito do come e dorme

... na PAIS & Filhos de Agosto!



A Drª Fátima Pinto foi entrevistada pela Revista PAIS & Filhos para o tema do mês "Bebés, o mito do come e dorme". Um texto no qual é também abordado o Projecto "Conversar desde o Berço". Todos os ingredientes para ser recomendado pelo blog Desenvolvimento Infantil!


Espreite no site da Revista: http://www.paisefilhos.pt/index.php/sumario/2597-sumario-235


Imagem retirada do site www.paisefilhos.pt

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Vamos Brincar? Como escolher um brinquedo...

Mas afinal quais são os brinquedos que promovem o brincar criativo, saudável e de qualidade?

O brinquedo ideal é aquele que pode ser utilizado de várias formas; que possibilite à criança o uso da imaginação; que estimula os seus sentidos e que lhe permita decidir o rumo da brincadeira.


Os blocos de construções de várias formas e tamanhos, ocos ou maciços são um excelente recurso uma vez que podem ser utilizados para variadíssimas actividades e acompanham o crescimento da criança: podem servir para simplesmente explorar (os padrões preto e branco são os ideias para os recém-nascidos), empilhar, despejar, realizar construções como pontes e torres e mais tarde para se transformarem em garagem para carros, esconderijos para animais ou caixinhas para guardar a lua.


Os brinquedos devem ser uma porta aberta para um mundo onde tudo é possível, onde a única palavra de ordem é a imaginação. Um simples boneco que não corresponde a nenhuma personagem de ficção permite à criança criar a sua própria fantasia, dar azo à sua criatividade e envolver-se num momento lúdico único no qual se experimenta a si própria e ensaia o mundo dos adultos.


Uma actividade de que todas as crianças gostam é a que permite explorar texturas, cores, sons e cheiros novos. Pintar com os dedos, desenhar na areia, encher tacinhas com água, brincar com plasticina são oportunidades de aprendizagem usando o tacto, o olfacto, a visão e a audição. Os mais novos adoram dançar e cantar; o contacto físico é, nesta altura, muito importante.
O brinquedo é sempre o ponto de partida para uma viagem lúdica, mas o caminho deve ser sempre escolhido e construído pela criança. Uma boneca que fala e chora limitará sempre a brincadeira; os bonecos mais simples são aqueles que têm maior potencial lúdico.


A quantidade nem sempre é sinónimo de qualidade. Muitos brinquedos dispersam a atenção dos mais novos. Quando a criança perde o interesse por alguns objectos, a melhor estratégia é guardá-los e mais tarde reintroduzi-los como novos.


Os melhores brinquedos para o recém-nascido são os pais, e tudo o que lhe têm para oferecer – o seu sorriso, uma careta, um som semelhante ao que vocalizaram, o toque… Posteriormente devem ser de cores contrastantes (o branco e o preto são o ideal) uma vez que a visão cromática só surge por volta do segundo, terceiro mês de vida. É interessante perceber o conforto encontrado na simples visualização destes padrões.





Para crianças mais velhas existem ainda os objectos domésticos que poderão ser muito úteis. Uma pequena panela, uma colher de pau, um rolo de papel absorvente de cozinha, uma caixa de papelão, uma massa feita de farinha, água e corante, entre outros, serão certamente objectos/utensílios/alimentos que poderão criar um óptimo cenário lúdico.



Imagens retiradas da Internet

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Vamos Brincar?

Hoje as crianças passam horas a fio em frente ao ecrã, quer se trate da televisão, do computador ou até mesmo dos jogos electrónicos de mão. Será isso brincar? O sentido das palavras transforma-se ao longo dos anos, e hoje se questionarmos a Joana de 8 anos ela falará dos desenhos animados, daquela boneca específica que é também uma personagem de um filme de animação que viu no cinema. Os avós questionam-se se as crianças de hoje saberão encontrar numa escova de fatos uma boneca que poderão embrulhar num pedaço de tecido e com ela viajar ao seu próprio mundo de fantasia, em que tudo é enriquecido com um pó de magia, em que a realidade é transformada de forma criativa num mundo encantado. Hoje, os espaços encantados são oferecidos e pré-fabricados… apostar num brincar criativo e de qualidade torna-se uma tarefa difícil para os pais que na maratona dos seus dias encontram na prateleira do hipermercado o brinquedo que sabe ‘calar’ por breves momentos o filho. Esse brinquedo pode até ser rotulado de ‘educacional’ mas haverá evidência que o comprove? Muitos deles transformam a criança num jogador passivo a quem se exige apenas o clicar constante de um botão.

O brincar criativo é essencial para a saúde mental da criança; é fundamental que se envolva activamente no seu brincar para que competências básicas de aprendizagem possam ser adquiridas. Esta actividade lúdica, imbuída de fantasia e criatividade é a forma da criança pequena aprender acerca dela e do mundo que a rodeia.

O brincar considerado de qualidade é aquele que promove a proximidade nas relações interpessoais; é através dele que as trocas positivas, que impulsionam a relação de partilha e segurança, são realmente aprendidas. Nunca é demais recordar que é através de pequenas e simples brincadeiras que trabalhamos a linguagem nas crianças mais novas, respondendo aos seus sons, palavras e gestos, contextualizando o que se vai passando à sua volta. Ao promovermos o desenvolvimento da linguagem estamos também a oferecer à criança novos conceitos, que estimulam a complexidade do pensamento, a aquisição de estratégias de resolução de problemas que serão preponderantes para o futuro sucesso escolar e académico.

O brincar criativo não exclui o desenvolvimento físico. Através da actividade lúdica em espaços abertos, amplos e seguros as crianças movem-se e usam os sentidos adquirindo gradualmente competências da motricidade grosseira. Brincar à patela, à macaca, saltar às cordas ou ao elástico são actividades que permitem, com recurso a materiais de múltiplas funcionalidades, desenvolver e amadurecer competências como a coordenação de movimentos, controlo postural e praxia.

Quando a criança brinca com blocos ela aprende a ser criativa, já que constrói uma estrutura única da sua autoria, desenvolve a motricidade fina (movendo com precisão objectos através da pinça fina, controlando o movimento para manter o equilíbrio de uma torre) bem como explora as relações do tamanho e da forma.

No final do dia, explorar um livro repleto de imagens, permite à criança aprender novas palavras e a ‘ler’ as imagens sequenciando mentalmente a história, desenvolvendo a sua capacidade criativa e imaginativa.
Imagem retirada da internet

quinta-feira, 17 de junho de 2010

quarta-feira, 16 de junho de 2010

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