A propósito do ROI - Rastreio Oftalmológico Infantil criado pela Dr.ª Fátima Pinto e aprovado pela Sociedade Portuguesa de Pediatria (http://www.spp.pt/conteudos/default.asp?ID=247) recordamos a importância do rastreio das competências visuais desde o nascimento!
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quinta-feira, 13 de junho de 2013
segunda-feira, 4 de junho de 2012
sábado, 25 de abril de 2009
Protocolos de ROI
Os protocolos do Rastreio Oftalmológico Infantil já se encontram disponíveis no site da Sociedade Portuguesa de Pediatria, Secção de Pediatria Ambulatória.
domingo, 8 de junho de 2008
4.º Prémio
Este último foi no 57 Congresso da Associação Espanhola de Pediatria (AEP) que decorreu em Santiago de Compostela de 5 a 7 de Junho e incidiu sobre o teste de Lang. Este teste de estereopsia (visão de relevo) dispensa o uso de lentes, polarizadas para Fly ou vermelho verde para TNO, o que torna possível a sua aplicação desde o início da visão binocular (6 meses) e permite assegurar a suspeita ou não de doença ambliogénica. O trabalho referia-se a uma população de 232 crianças entre os 6 meses e os 2 anos (inclusive) a quem tinha sido aplicado o teste de visão estereoscópica de Lang. Verificou-se que 88,9% das crianças com suspeita de estrabismo e 75% das com suspeita de anisometropia o tinham falhado; resultados bons e duvidosos para teste de Lang tinham correspondido a crianças sem suspeição de doença e a crianças com provável erro refractivo mas sem anisometropia. Perante isto e complementado pelos estudos (poucos) existentes, defendeu-se o uso do teste sistematicamente nas crianças a partir dos 6 meses como forma de diagnóstico precoce das patologias potencialmente ambliogénicas.

sábado, 31 de maio de 2008
Olho de boi
domingo, 25 de maio de 2008
Ambliopia
A ambliopia, exclusiva do grupo etário pediátrico, pode ser definida como a diminuição da acuidade visual por ausência da formação de uma imagem clara na retina durante o período de desenvolvimento visual. O olho é estruturalmente normal, não sendo o défice de visão corrigível com refracção. Esta patologia pode ser classificada, de acordo com o mecanismo etiológico, em três subtipos: ambliopia de privação, ambliopia estrábica e ambliopia refractiva. No primeiro grupo incluem-se as situações resultantes da ausência da estimulação luminosa da retina, por alteração do segmento externo (ptose, hemangioma palpebral …), ou por opacidade dos meios transparentes. Este subtipo é o de maior gravidade, uma vez que o tempo de sensibilidade ao tratamento é de apenas 12 semanas. Por sua vez, a ambliopia estrábica resulta de anomalia da binocularidade por falta de alinhamento dos eixos visuais, e inclui quer os estrabismos manifestos ou evidentes (tropias), quer os latentes (forias). Neste caso, para que a intervenção terapêutica seja eficaz, o seu início deve ser o mais precoce possível, de preferência logo que detectado o estrabismo e sempre antes dos dois anos, uma vez que o período crítico para o desenvolvimento da visão binocular vai até esta idade. Por fim a ambliopia de causa refractiva, que surge como consequência da ametropia (hipermetropia, miopia ou astigmatismo) grave bilateral ou anisometropia. Este é o subgrupo de menor gravidade, com possibilidade de sucesso terapêutico até aos 6-7 anos. Atingindo cerca de 2 a 5% da população infantil, a ambliopia tem um prognóstico dependente da idade do diagnóstico. Quando atempado o tratamento é 100% eficaz, sempre abaixo dos 6-7 anos de idade. A prevenção primária é a medida mais eficaz na redução da morbilidade e mortalidade, devendo basear-se na realização de rastreios oportunistas, a efectuar na Consulta de Vigilância Infantil. As situações de presunção de doença devem então ser referenciadas para observação especializada por Oftalmologia.quinta-feira, 22 de maio de 2008
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