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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Receita caseira de cola natural



Chávena de farinha
1 1/2 Chávena de água
1/3 Chávena de açúcar
1 Colher de chá de vinagre

Numa panela misture 1 chávena de farinha com 1/3 de chávena de açúcar.
Adicione metade da água necessária e misture até obter uma pasta grossa, sem grumos.

Deite o resto da água e mexa bem até obter um preparado homogéneo.
Adicione uma colher de chá de vinagre e coloque em lume médio até que a mistura comece a engrossar.
Esfrie e transfira a cola para um frasco ou um recipiente plástico hermético.
Esta cola dura alguns dias. Se colocar no frigorífico dura mais tempo.
O vinagre funciona como um conservante natural suave, torna a cola não tóxica e perfeitamente comestível!
Esta cola demora mais tempo a secar mas uma vez seca é consideravelmente forte.
Poderá adicionar alguma essência, como por exemplo de alfazema, se quiser estimular o olfacto através de produtos naturais, não tóxicos. No entanto com esta adição é natural que a cola fique com um tom levemente acastanhado ao contrário da receita simples que se torna quase transparente quando seca.

A maioria das colas contém substâncias tóxicas prejudiciais à saúde dos mais pequenos.
Esta é uma óptima receita natural para uma tarde de recortes e colagens! Excelentes actividades para desenvolver a criatividade e a motricidade fina.



Imagem retirada da Internet

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Vamos Brincar? Como escolher um brinquedo...

Mas afinal quais são os brinquedos que promovem o brincar criativo, saudável e de qualidade?

O brinquedo ideal é aquele que pode ser utilizado de várias formas; que possibilite à criança o uso da imaginação; que estimula os seus sentidos e que lhe permita decidir o rumo da brincadeira.


Os blocos de construções de várias formas e tamanhos, ocos ou maciços são um excelente recurso uma vez que podem ser utilizados para variadíssimas actividades e acompanham o crescimento da criança: podem servir para simplesmente explorar (os padrões preto e branco são os ideias para os recém-nascidos), empilhar, despejar, realizar construções como pontes e torres e mais tarde para se transformarem em garagem para carros, esconderijos para animais ou caixinhas para guardar a lua.


Os brinquedos devem ser uma porta aberta para um mundo onde tudo é possível, onde a única palavra de ordem é a imaginação. Um simples boneco que não corresponde a nenhuma personagem de ficção permite à criança criar a sua própria fantasia, dar azo à sua criatividade e envolver-se num momento lúdico único no qual se experimenta a si própria e ensaia o mundo dos adultos.


Uma actividade de que todas as crianças gostam é a que permite explorar texturas, cores, sons e cheiros novos. Pintar com os dedos, desenhar na areia, encher tacinhas com água, brincar com plasticina são oportunidades de aprendizagem usando o tacto, o olfacto, a visão e a audição. Os mais novos adoram dançar e cantar; o contacto físico é, nesta altura, muito importante.
O brinquedo é sempre o ponto de partida para uma viagem lúdica, mas o caminho deve ser sempre escolhido e construído pela criança. Uma boneca que fala e chora limitará sempre a brincadeira; os bonecos mais simples são aqueles que têm maior potencial lúdico.


A quantidade nem sempre é sinónimo de qualidade. Muitos brinquedos dispersam a atenção dos mais novos. Quando a criança perde o interesse por alguns objectos, a melhor estratégia é guardá-los e mais tarde reintroduzi-los como novos.


Os melhores brinquedos para o recém-nascido são os pais, e tudo o que lhe têm para oferecer – o seu sorriso, uma careta, um som semelhante ao que vocalizaram, o toque… Posteriormente devem ser de cores contrastantes (o branco e o preto são o ideal) uma vez que a visão cromática só surge por volta do segundo, terceiro mês de vida. É interessante perceber o conforto encontrado na simples visualização destes padrões.





Para crianças mais velhas existem ainda os objectos domésticos que poderão ser muito úteis. Uma pequena panela, uma colher de pau, um rolo de papel absorvente de cozinha, uma caixa de papelão, uma massa feita de farinha, água e corante, entre outros, serão certamente objectos/utensílios/alimentos que poderão criar um óptimo cenário lúdico.



Imagens retiradas da Internet

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Vamos Brincar?

Hoje as crianças passam horas a fio em frente ao ecrã, quer se trate da televisão, do computador ou até mesmo dos jogos electrónicos de mão. Será isso brincar? O sentido das palavras transforma-se ao longo dos anos, e hoje se questionarmos a Joana de 8 anos ela falará dos desenhos animados, daquela boneca específica que é também uma personagem de um filme de animação que viu no cinema. Os avós questionam-se se as crianças de hoje saberão encontrar numa escova de fatos uma boneca que poderão embrulhar num pedaço de tecido e com ela viajar ao seu próprio mundo de fantasia, em que tudo é enriquecido com um pó de magia, em que a realidade é transformada de forma criativa num mundo encantado. Hoje, os espaços encantados são oferecidos e pré-fabricados… apostar num brincar criativo e de qualidade torna-se uma tarefa difícil para os pais que na maratona dos seus dias encontram na prateleira do hipermercado o brinquedo que sabe ‘calar’ por breves momentos o filho. Esse brinquedo pode até ser rotulado de ‘educacional’ mas haverá evidência que o comprove? Muitos deles transformam a criança num jogador passivo a quem se exige apenas o clicar constante de um botão.

O brincar criativo é essencial para a saúde mental da criança; é fundamental que se envolva activamente no seu brincar para que competências básicas de aprendizagem possam ser adquiridas. Esta actividade lúdica, imbuída de fantasia e criatividade é a forma da criança pequena aprender acerca dela e do mundo que a rodeia.

O brincar considerado de qualidade é aquele que promove a proximidade nas relações interpessoais; é através dele que as trocas positivas, que impulsionam a relação de partilha e segurança, são realmente aprendidas. Nunca é demais recordar que é através de pequenas e simples brincadeiras que trabalhamos a linguagem nas crianças mais novas, respondendo aos seus sons, palavras e gestos, contextualizando o que se vai passando à sua volta. Ao promovermos o desenvolvimento da linguagem estamos também a oferecer à criança novos conceitos, que estimulam a complexidade do pensamento, a aquisição de estratégias de resolução de problemas que serão preponderantes para o futuro sucesso escolar e académico.

O brincar criativo não exclui o desenvolvimento físico. Através da actividade lúdica em espaços abertos, amplos e seguros as crianças movem-se e usam os sentidos adquirindo gradualmente competências da motricidade grosseira. Brincar à patela, à macaca, saltar às cordas ou ao elástico são actividades que permitem, com recurso a materiais de múltiplas funcionalidades, desenvolver e amadurecer competências como a coordenação de movimentos, controlo postural e praxia.

Quando a criança brinca com blocos ela aprende a ser criativa, já que constrói uma estrutura única da sua autoria, desenvolve a motricidade fina (movendo com precisão objectos através da pinça fina, controlando o movimento para manter o equilíbrio de uma torre) bem como explora as relações do tamanho e da forma.

No final do dia, explorar um livro repleto de imagens, permite à criança aprender novas palavras e a ‘ler’ as imagens sequenciando mentalmente a história, desenvolvendo a sua capacidade criativa e imaginativa.
Imagem retirada da internet

quinta-feira, 25 de março de 2010

SOS Pais! Uma dica por semana!

Jogo das moedas!

Este é um jogo que ajuda a melhorar a concentração, a capacidade de sequenciação e a memória!
É um exercício frequentemente utilizado nas consultas de habilitação neuropsicológica e quando praticado diariamente tem resultados muito satisfatórios.


Material necessário:
- Moedas (as de plástico são um óptimo recurso) que devem ser colocadas num tabuleiro;
- Um lenço;
- Um cronómetro ou relógio com ponteiro dos segundos;
- Lápis e papel.

Escolha 3 moedas do tabuleiro (por exemplo uma moeda de 50 cêntimos e duas de 20) e coloque-as numa sequência (ex. 20-50-20). Agora diga à criança “Olha com atenção para as moedas e para a ordem delas”. Depois, tape as moedas com o auxílio do lenço, para que não fiquem visíveis. Nesta altura accione o cronómetro e peça à criança para fazer a mesma sequência usando moedas do tabuleiro. Quando tiver terminado, aponte o tempo gasto e retire o lenço que cobre a sequência feita por si para ver se a realizada pela criança está correcta. Se a sequência não for a certa permita tentativas consecutivas até obter sucesso.
Não esqueça de participar, e pedir ao seu filho que lhe prepare uma sequência para memorizar! O jogo torna-se mais cativante e a criança percepciona-o como um momento de brincadeira.

Pode dificultar gradualmente o jogo, aumentando o número e a variedade de moedas na sequência (1, 2, 5, 10, 20, 50 cêntimos, 1, 2 euros).

Quanto mais jogarem mais notará a melhoria da capacidade de concentração e memória da criança… e da sua também!

Imagem retirada da internet

segunda-feira, 22 de março de 2010

Jogos didácticos

Nos dias de hoje, em que o tempo passado em família é muito escasso, é fundamental que ele seja enriquecedor, não só fortalecendo as relações parentais mas também estimulando as competências desenvolvimentais da criança.

Brincar com a Matilde estimulando a sua percepção visuo-espacial, apoiar o João na sua dificuldade de planeamento e sequenciação, divertir-se com a Maria ajudando-a a melhorar a memória… não é tão complexo como pode à partida parecer. Hoje é relativamente fácil encontrar jogos didácticos a preços acessíveis com alguma comodidade. Existem centenas de lojas online, com jogos bastante interessantes e que cativam desde logo a atenção da criança.

Por exemplo, na loja Pimpumplay encontram-se uma série de jogos, que se podem pesquisar intuitivamente, consoante a idade da criança e área funcional a que se destina. Tem ainda uma área reservada a produtos de intervenção especializada com materiais direccionados a terapeutas.

Não deixe de espreitar:

http://www.pimpumplay.pt/

http://www.didakto.pt/

http://www.arealeditores.pt/catalogod/

http://www.pititi.com/

http://lojinha.espaco-cucas.com/

Que jogos poderíamos usar para brincar com a Matilde:


Que jogos poderíamos usar para brincar com o João:


Que jogos poderíamos usar para brincar com a Maria:

Imagens retiradas da internet (dos sites acima citados)

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