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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

A importância das rotinas!

Os bebés não são compreensíveis e pacientes. Adoram as suas rotinas e é através delas que encontram o equilíbrio perfeito para aprenderem novas competências. E essas também se fortalecem através da repetição. Basicamente quanto mais semelhantes forem os seus dias mais disponíveis estão para se aventurarem na procura de novos balbucios, movimentos e brincadeiras. Um bebé sem rotinas é um bebé facilmente irritável e emocionalmente instável. Todas as partes do dia devem ser estruturadas e rotineiras. A hora do banho, a hora do deitar, a da papa e da brincadeira como todas as outras não devem diferir drasticamente de dia para dia. Os bebés têm horários para tudo e embora não o percebam reagem a todas as mudanças com alterações do comportamento. Da mesma forma quando é estritamente necessário mudar rotinas o bebé terá de contar com a paciência infinita dos cuidadores e são necessários pelo menos 3 dias para que se readapte à nova rotina.
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Mudar o ambiente ou a hora do banho de dois em dois dias, por exemplo, será o suficiente para que o bebé se sinta perdido e incapaz de prever o que se segue, o seu dia. Da mesma forma, grandes alterações na hora ou nas condições em que se prepara para o sono nocturno será o suficiente para que a tranquilidade do sono se perca. Se sente que o seu bebé está facilmente irritável e pouco satisfeito com as suas próprias brincadeiras ficando aborrecido rapidamente tente perceber se alterou alguma rotina ou se de facto consegue proporcionar rotinas ao seu bebé. Os mais pequenos, completamente alheios à azafama da vida dos pais, precisam tanto das rotinas como de um sono reparador ou uma alimentação cuidada. Não descure este aspecto e promova a estabilidade necessária para que o seu bebé cresça seguro, feliz e disponível para explorar o mundo.  

*Imagem retirada da Internet

quinta-feira, 18 de março de 2010

A criança e o sono III

A partir dos três meses não pegue na criança ao primeiro protesto; aguarde que volte a adormecer sozinha.

A partir dos seis meses a criança é capaz de dormir 10 horas seguidas sozinhas, no seu quarto e às escuras.


As sestas deverão ser feitas em ambiente de luz e actividade diurna, de preferência fora do quarto.


Se aos 6 anos a criança não souber dormir é provável que venha a sofrer de insónia, sonambulismo ou outras doenças do sono
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Imagem retirada da internet

quarta-feira, 17 de março de 2010

A criança e o sono II

Rotinas de adormecimento:
• Banho (divisória entre o dia e a noite)
• Deitar sempre á mesma hora
• Canção ou conto em tom de voz suave e curto (10 minutos)
• Despedida curta e sempre igual (“ toca a dormir”,“dorme bem”; “até amanhã”…)


O que nunca fazer até que adormeça:
• Cantar
• Embalar no berço
• Embalar nos braços
• Dar a mão
• Passear no carrinho
• Dar uma volta de carro
• Deixar que lhe mexa no cabelo
• Dar palmadinhas ou acariciar
• Dar o biberão

Estas atitudes criam no bebé uma rotina de sono totalmente dependente dos pais. Quando acorda durante a noite vai continuar a exigi-las.

A criança deve adormecer sempre sem ajuda e na cama. Nunca esperar que adormeça para deitar ou sair da beira dela.

Nos despertares, se chorar, deve aguardar uns minutos e só depois reconfortar durante breves minutos, não esperando pelo readormecimento.

Imagem retirada da Internet

terça-feira, 16 de março de 2010

A criança e o sono I

A quantidade e qualidade do sono são uma das grandes preocupações parentais. Recusas na hora de deitar, sono leve, agitado e interrompido, muitas vezes com exigência de alimentos, água ou atenção, são comuns nos primeiros anos de vida. No entanto, aos seis meses de idade, o bebé deve ser capaz de adormecer e dormir sozinho oito a dez horas seguidas.

A aquisição de bons hábitos de sono é aprendida e depende da atitude dos pais ao ensinar com segurança e tranquilidade as rotinas adequadas.
Durante os primeiros quatro meses será difícil ensinar mais do que a diferença entre o sono diurno e o nocturno, associando-lhes sempre estímulos externos diferentes como dormir com luz e ruído no primeiro e o oposto, sem luz e sem ruído, no segundo.
Até aos seis meses o bebé deve dormir na sua cama e no quarto dos pais, a partir daí poderá passar para o seu, e fazê-lo sempre em silêncio e com muito pouca luz (luz de presença que permita a vigilância).

Os lactentes são, no geral, avessos às quebras das rotinas diárias pelo que todas as noites se devem seguir sempre os mesmos rituais na hora do deitar.

O horário, entre as 20 e as 21 horas, deve ser sempre mantido, mesmo ao fim de semana, em dia de festa ou durante as férias. O ambiente confortável e calmo do quarto, associado a actividades de relaxamento como o canto em voz suave de cantigas de embalar ou a leitura pausada de uma pequena história após o banho são algumas das regras a aconselhar. Se repetidas todos os dias, sem excepção, estimularão na criança um sono tranquilo, sem oposições ou interrupções.

Estímulos externos relacionados com o dormir, iguais e repetidos, proporcionam a antecipação e induzem a resposta desejada: disponibilidade para o adormecimento sem imposição de atitudes dependentes dos adultos como o pegar, embalar ao colo ou na cama e mesmo passear pela casa.

Elementos externos a associarem ao sono:

- Quarto
- Cama
- Silêncio
- Iluminação mínima que permita apenas a vigilância
- Chupeta (até aso 12 meses)
- Boneco só usado para acompanhar o sono

Quando repetidos sistematicamente todos os dias indicam à criança que é hora de dormir o que a vai tornar receptiva ao adormecimento agora e também nos despertares nocturnos.
*Imagem retirada da Internet

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